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terça-feira, 11 de outubro de 2011

48 anos sem a cotovia de Paris: "anjo da primavera que voa alto nos céus, desperta a esperança onde quer que vá com seu canto belo e inigualável"

"Quero continuar cantando..."
A cantora que transformou em melodia a dor, a tragédia, e episodicamente a delícia de se ser o que é: Edith Piaf.   
 
 
 “La Môme Piaf”(Pardalzinho), como era chamada, teve uma vida turbulenta, agitada, pincelada por tragédias, onde as paixões moviam todo e qualquer acontecimento à sua volta. E quando digo paixões, quero imprimir o real sentido da palavra: paixão, que vem do latim patior, e significa sofrimento, implica suportar uma situação extrema. Na vida dela, foram várias.


Mas foi assim, quase sempre vista trajando preto, que Edith cantou o amor, e a dor. Seu estilo influenciou – e ainda influencia – até hoje as mulheres francesas. E por isso a considero matriz fashionista.

Sobrancelhas finíssimas, cabelos encaracolados, batom escuro, semblante que espelha exatamente o que sente, tudo isso é muito Edith Piaf.





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